- Sabe, com tantos malandros que andam por aí, se castigassem os pais pelos crimes que os filhos cometem, ao menos eles começavam a educá-los direito. É que os pais não querem saber do que os filhos andam a fazer. Já que agora que os professores só servem para ensinar, então que ao menos obriguem os pais a educar direito. A mim não me fez mal nenhum levar reguadas, nem sequer fiquei traumatizada nem nada, hoje em dia só há coisas destas. A justiça já não funciona, como se vê na televisão, deviam ser logo todos presos, para aprenderem.
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
A solução para o crime em Portugal dada por uma passageira da CP
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
in, Os versículos satânicos, Salman Rushdie
domingo, 15 de Novembro de 2009
À procura da batida perfeita… Na Casa da Música
A verdade é que com uma banda completa em palco, com a opção por um alinhamento com todas as músicas que seriam escolha óbvia e com a sucessão quase contínua das mesmas, o concerto acabou por ser uma óptima forma de desenferrujar uns passinhos de samba. E para treinar o português do outro lado do Atlântico. Além de ser uma óptima forma de espantar a rigidez do frio que fazia fora, o que me deixa sempre com uma espécie de surpresa por não perceber como não fomos capazes de trazer de lá a constante sensação de festa e alegria.
Devido destaque tem que ser dado a Fernandinho Beat Box que fez uma pequena visitinha a todos os estilos musicais, passando por várias músicas que todos conhecemos daqui ou dali, invocando incontornavelmente Planet Hemp (que durante a adolescência quase todos acabamos por ouvir, nos tempos em que o Blitz oferecia filtros).
E no fim, ao invés dos sempre ensaiados encores, assistiu-se ao desenrolar de vários nomes da música brasileira, entre o samba e a música sertaneja, um modo muito agradável de acabar o início de madrugada.
Fica um gostinho do que ficou:
E do que não ficou, mas devia ter tocado(para despertar curiosidades):
Típica visita de sábado à tarde
Tocam à campainha e eu atendo pensando que seria algum familiar que estaria a aparecer de surpresa. Contudo:
- Sou x e ando com a minha colega y a visitar as casas aqui desta zona para conversarmos um pouco sofre o sofrimento e sobre Deus, gostaríamos de falar um bocado consigo.
- Sabe, eu não estou muito por dentro desse tema, se calhar não era necessário perderem tempo porque eu não tenho muito para dizer sobre o assunto.
- Mas não lhe preocupa o sofrimento dos que não acreditam em Deus?
- Pois, como lhe disse, não é um assunto do qual eu perceba muito, se calhar não vale a pena perder tempo aqui.
(suspiro do outro lado)
- Boa tarde.
sábado, 14 de Novembro de 2009
Vale a pena ver
É terrível que o Rei Leão tenha sido criado por um gay que morreu de SIDA, além de convencer as crianças a matar os pais! E é horrível que a mesma disney crie dois mickeys gays e das minnies lésbicas, além de a Pocahontas ser apenas uma palavra para invocar o diabo e o Aladino mandar as crianças de despirem. Vou mesmo agora queimar todas as cassestes da minha infãncia a ver se ainda me consigo salvar.
quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
Quid iuris?
A foi apanhada várias vezes a conduzir sem carta de condução, tendo sido condenada a uma pena de prisão, da qual apenas três meses foram cumpridos dentro de estabelecimento prisional, sendo os outros passados em regime de prisão domiciliária com pulseira electrónica.
Contudo e depois de cumprida a pena, A volta a ser apanhada a conduzir sem carta de condução, voltando a ser condenada em regime de prisão domiciliária.
Diria uma pessoa normal que a justiça funcionou neste caso, pois conduzir sem carta de condução, ser apanhado, condenado e voltar a fazer o mesmo é no mínimo uma teimosia irresponsável de A. Qualquer pessoa consideraria que tinha sido feito o que era justo e que A iria também reconhecer tal facto.
Mas não é assim que pensa a SIC, que foi ter com A para fazerem em conjunto uma daquelas bonitas reportagens com música de pianinho por baixo, onde A considera que de facto fez algo que não se deve fazer, mas que a justiça só funciona para certas pessoas. Ou seja, já que a justiça falha em muitos casos, A não entende porque vai ser ela condenada por repetidamente achar que pode conduzir sem carta de condução. Ou melhor, até compreende, mas acha ao mesmo tempo que é injusto porque conduz desde os 13 anos e porque não conseguia fazer o exame de código pois ficava muito nervosa: “a carta para mim sempre significou a liberdade, era a minha prioridade acima de todas”.
Como se não bastasse, neste país de penas degradantes e desumanas, A queixava-se do facto de a pulseira electrónica ser incómoda, além de lhe ter provocado borbulhas e pele seca na perna.
Mas no fim surge a boa notícia: no tempo que passou presa aproveitou para estudar e tirar a carta de condução, coisa que lhe custou horas de sono e muito tempo de estudo.
